A PROFISSÃO DO ENGENHEIRO ELETRICISTA INSERIDA NA SOCIEDADE
Alexandre L.
em 20 de Maio de 2015

A PROFISSÃO DO ENGENHEIRO ELETRICISTA INSERIDA NA SOCIEDADE

O engenheiro eletricista, é o título de um profissional que cuida da infraestrutura necessária para levar energia elétrica para todos os sistemas e subsistemas de uma obra com qualidade e segurança. Todos os cidadãos precisam consultar este profissional, fazendo o uso dos seus serviços oferecidos. Atualmente é difícil imaginarmos nossa vida sem a energia elétrica. Desde a produção de energia pela usina, até geração e a transmissão permitir ligar uma lâmpada, assistir televisão, Serviços de, Comunicação Multimídia, Rádio táxi, e outros serviços de telecomunicações, ou guardar comida na geladeira, todas essas ações dependem do trabalho de um engenheiro eletricista.

ATUAÇÃO

Ele pode atuar em diferentes áreas, como por exemplo: Construção Civil – Elabora plantas em CAD de projeção dos circuitos elétricos necessários para as construções ou reformas, e define os materiais a serem utilizados. Automação – Desenvolve estruturas de automação elétrica para indústrias. Faz adaptações na planta elétrica de edifícios para comportarem sistemas automatizados. Fornecimento de Energia Elétrica – Atua na produção de energia, onde utiliza-se qualquer que seja o meio a ser transformado em energia. Define o dimensionamento de turbinas e contribui em sistemas de armazenamento e redes de transmissão. Telecomunicações – Atua na construção de sistemas de telefonia e de transmissão de dados, comunicação via rádio frequência, redes de lógica e dados e outras tecnologias. Eletroeletrônica – Participa do desenvolvimento de sistemas e componentes eletrônicos. Cria placas eletrônicas que garantem o funcionamento de vários equipamentos de uso diversificado.

O EXERCÍCIO

Para exercer a profissão, além de diploma superior em uma instituição de ensino credenciada pelo MEC, o engenheiro precisa obter um registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, e Agronomia), e contribuir com o conselho anualmente, sendo facultativo filiar-se a uma associação de profissionais como por exemplo a aeascs código 147, para recolhimento da anotação de responsabilidade técnica ART.

PERFIL DO PROFISSIONAL FORMADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

Quem deseja seguir carreira em Engenharia Elétrica deve gostar de Matemática, Física e Ciências Tecnológicas, curiosidade e interesse por solucionar problemas são outras características importantes deste profissional. Conhecimentos em inglês ajudarão o engenheiro a estar sempre atualizado com relação às novas tecnologias e tendências do setor.

A VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

O Mercado de trabalho para quem faz Engenharia Elétrica é relativo. O curso de engenharia elétrica não é simples, Os cursos têm duração superior a 4 anos. Os de menor duração são cursos de tecnologia. Grandes obras de infraestrutura, a expansão da área de telecomunicações e investimentos em energia renovável têm contribuído para a crescente demanda por profissionais na área de Engenharia Elétrica. Algumas das empresas que mais contratam este profissional são: Usinas, Empresas responsáveis por Subestações, Empresas responsáveis por Linhas de Transmissão, Empresas de Telecomunicações, Construtoras, Indústrias que fabricam sistemas elétricos e de automação, etc. Um engenheiro eletricista pode trabalhar em órgãos públicos (como secretarias, ministérios e instituições municipais, estaduais e federais) e também na iniciativa privada. A remuneração mínima deve seguir a LEI Nº 4.950-A, DE 22 ABR 1966 Considerando o maior salário mínimo vigente do país = R$ 788,00 Jornada de 6 horas: 6 salários mínimos Jornada de 7 horas: 7,25 salários mínimos Jornada de 8 horas: 8,5 salários mínimos R$ 4728,00 mensais para uma jornada diária de 6 horas. R$ 5713,00 mensais para uma jornada diária de 7 horas. R$ 6698,00 mensais para uma jornada diária de 8 horas.

A DESVALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

No Brasil, é cada vez mais comum a exploração do profissional, como exemplo disso na abertura de editais de concursos públicos, um dos principais requisitos para a participação é possuir o registro no conselho dos profissionais de engenharia e estar quite com as suas anuidades, porém as vagas anunciadas são de analistas, e as remunerações abaixo da mínima para o engenheiro. Isto deve ser combatido pelo profissional que se deparar com esta situação tão comum no dia a dia. O combate aos caneteiros, é outro meio de desvalorização dos profissionais de engenharia. O Crea possui ferramentas para o combate a esta prática.

AUTOR: ALEXANDRE DE MEDEIROS LEMOS ENGENHEIRO ELETRICISTA – CREA-SP 5060709814

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