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Divisão social do trabalho

Fazer um texto Ressaltando os principais aspectos referentes a divisão social do trabalho.

Sociologia Ensino Médio ENEM ENEM Geral
2 respostas
Professora Angelina M.
Respondeu há 6 anos
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O conceito de divisão social do trabalho apresenta por pressuposto que a sociedade é dividida em classes sociais, delimitando as funções e organização societal a partir do trabalho. Tendo por pressuposto a obra de Karl Marx, o contexto que fundamenta essa divisão no sistema capitalista são as grandes revoluções burguesas, como a Revolução francesa (1789) e a Revolução americana (1776), na segunda metade do século XVII, em que valores, idéias e costumes do sistema semifeudal foram contestados. A expressão “Século das luzes” aparece então como síntese de uma época em que a razão (e não a fé na divina providência, como nos séculos anteriores) transparece como crítica e expressão de seu tempo. Contudo, a progressiva dicotomia entre ricos e pobres começa a transparecer. O sistema capitalista, representado pelas possibilidades de expansão de conhecimentos e vasta amplitude cientifica e tecnológica, aparece também nas formas de desigualdade social e, principalmente, miséria.

A partir da conjuntura anteriormente ressaltada, primeiramente, Marx e Engels explicam que toda sociedade é a história da luta de classes . A burguesia e o proletariado é fruto de um período, de um contexto histórico determinado. A história da sociedade constituída como tal é a luta entre antagonismos, “os que têm” versus “os que não têm”. Essa sociedade teria ou a derrocada ou a transformação de ambas as classes através da luta de classes.

A intensa expansão de mercados faz com que a produção de mercadorias seja afetada através de crises de superprodução. Através desta premissa, o proletariado surge como os coveiros desse sistema vigente. Essa proposição é defendida a partir da premissa que a burguesia não consegue continuar se reproduzindo sem a existência do proletariado. Contudo, cada vez mais que a burguesia expande seus domínios, o proletariado baixa-se a situação mais miserável. A expansão das forças produtivas, premissa fundamental para o desenvolvimento do capitalismo, aparece como um processo contrário à vigência da classe dominante à medida que avança o pauperismo e o declínio das condições de existência das classes menos abastadas.

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Professora Ayla R.
Respondeu há 6 anos
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A divisão social do trabalho é um dos mais relevantes assuntos da sociologia, tendo Karl Marx como filósofo que representa esse assunto. Para Marx, a história da humanidade é a história da luta de classes. Ou seja a burguesia e a classe proletariada, menos favorecida. Com isso, a divisão social do trabalho sempre existiu, pois cada sujeito possui uma função na estrutura social, da qual emana seu status perante a sociedade. Assim, ao longo da história da humanidade temos exemplos da função social do indivíduo no meio em que ele vive. Pode-se dizer que inicialmente a divisão era definida por critérios sexuais e de faixa etária, como por exemplo, na Revolução Industrial na qual as mulheres e crianças tinham cargas horárias extensas de trabalho. Porém, com a agricultura a divisão social no trabalho ganha outro aspecto, dividindo o trabalhador agrícola do urbano. Além disso, como as atividades agrícolas precisam do trabalhador agrícola e impedem de certa forma que eles se dediquem a produção de instrumentos para sua sobrevivência, aparecem os artesãos os quais trocam seus produtos feitos a mão (manufaturados) por gêneros alimentícios. E, assim, surge a atividade mercantil. Desse modo, temos o desenvolvimento do comércio, dividindo ainda mais os indivíduos de forma social, criando assim, setores na sociedade. E então, temos o capitalismo que vivemos atualmente, no qual a produção ganha uma complexidade cada vez maior e em que o trabalhador é um especialista, uma peça que faz parte do processo de produção. Por isso, Karl Marx representava a divisão do trabalho em especialidades produtivas por meio de uma hierarquia social em que as classes dominantes (burguesia) subjugam as classes dominadas, ao estabelecer as regras e deter os meios de produção. Gerando assim, o conceito da luta de classes.

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