Fui alfabetizado e educado nos Estados Unidos (dos 1 aos 18 anos) e o inglês é a base da minha formação cognitiva. Mas meu diferencial começa antes: aos 16 anos, já corrigia textos e ensinava. Para mim, dar aulas nunca foi um "plano B" ou apenas uma forma de ganhar dinheiro extra; foi e continua sendo uma escolha diária.
Por que isso é relevante? Porque diferente de cursos (metodologias) supostamente milagrosos onde o professor cria uma linda apresentação, mas na prática mal espera o horário acabar para dizer "adeus" eu tenho um interesse genuíno no seu desenvolvimento.
Leciono aulas de …
Fui alfabetizado e educado nos Estados Unidos (dos 1 aos 18 anos) e o inglês é a base da minha formação cognitiva. Mas meu diferencial começa antes: aos 16 anos, já corrigia textos e ensinava. Para mim, dar aulas nunca foi um "plano B" ou apenas uma forma de ganhar dinheiro extra; foi e continua sendo uma escolha diária.
Por que isso é relevante? Porque diferente de cursos (metodologias) supostamente milagrosos onde o professor cria uma linda apresentação, mas na prática mal espera o horário acabar para dizer "adeus" eu tenho um interesse genuíno no seu desenvolvimento.
Leciono aulas de inglês há mais de 17 anos a "todos" os níveis e perfis. Com isto, ao longo dos anos aprendi a adaptar e entender o que o aluno realmente precisa (seja redução de sotaque, vocabulário, gramática, interpretação de texto, ou apenas praticar e tirar aquela ferrugem típica de quem não prática no dia a dia).
Além disso, conheço mais de 40 países, então sei bem como a falta de comunicação é barreira para aproveitar uma viagem e cultura. Quem nunca teve que correr ao tradutor para tentar se comunicar (eu, particularmente, acho que isso atrapalha a experiência).
Hoje sou advogado e professor de inglês, pós-graduado em inglês pelo Mackenzie e em direito empresarial pela FGV.
A combinação das minhas experiências profissionais e reais ajuda a direcionar o inglês para o "MUNDO REAL".
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