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Gerir equipes multinacionais é um desafio - Saiba como usar a diversidade de nacionalidades a favor da produtividade para ter um time multicultural de sucesso Por Tamires Vitorio - 2 jan. 2020 - Publicado em 7 dez. 2017 Não é incomum, hoje em dia, ter equipes compostas por funcionários de diferentes nacionalidades nas empresas – um quadro que é visto com bons olhos pelos trabalhadores brasileiros. Uma pesquisa realizada pela Randstad, consultoria de recursos humanos, com 13 600 pessoas em 34 países, revelou que 91% dos profissionais de nosso país valorizam a diversidade no ambiente de trabalho. Essa abertura aos estrangeiros reflete uma realidade cada vez mais frequente nas empresas, inclusive as nacionais, de ter equipes globais. Mas estar nesse contexto exige alguns cuidados – principalmente da liderança, que precisa aprender a gerir e motivar empregados de culturas, muitas vezes, bastante diferentes. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 09 mar. 2020. No contexto destacado na matéria jornalística, o gestor tem a responsabilidade de: No contexto destacado na matéria jornalística, o gestor tem a responsabilidade de: Opções de pergunta 1: a) estimular posturas etnocêntricas para facilitar o diálogo entre os trabalhadores provenientes de diferentes culturas. b) estabelecer regras rigorosas para conter posturas baseadas no relativismo cultural, a fim de evitar menosprezo à cultura alheia. c) conscientizar a equipe quanto à importância do relativismo cultural nas relações cotidianas, visando ao entendimento mútuo. d) promover um movimento que englobe sentimentos etnocêntricos e visões ancoradas no relativismo cultural para valorizar a cultura regional. e) propagar uma visão contrária à diversidade cultural para preservar as particularidades culturais de cada povo.
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Respondeu há 7 meses

No contexto destacado na matéria jornalística, o gestor tem a responsabilidade de:

c) conscientizar a equipe quanto à importância do relativismo cultural nas relações cotidianas, visando ao entendimento mútuo.

Explicação:

A matéria aborda a importância de gerir equipes multinacionais, destacando o valor da diversidade cultural no ambiente de trabalho. Nesse contexto, o objetivo do gestor deve ser promover o entendimento mútuo entre os funcionários de diferentes culturas. Isso pode ser feito conscientizando a equipe sobre o relativismo cultural, que é a compreensão de que as normas e valores de uma cultura não são superiores ou inferiores às de outra, mas apenas diferentes.

Estimular posturas etnocêntricas (opção a) seria contraproducente, pois o etnocentrismo é a crença na superioridade da própria cultura, o que dificulta o diálogo e pode gerar conflitos.

Estabelecer regras rigorosas para conter posturas baseadas no relativismo cultural (opção b) e propagar uma visão contrária à diversidade cultural (opção e) são abordagens que não valorizam a diversidade e o entendimento intercultural, sendo também inapropriadas.

Promover um movimento que englobe sentimentos etnocêntricos e visões ancoradas no relativismo cultural (opção d) é contraditório, pois o etnocentrismo é oposto ao relativismo cultural.

Portanto, a resposta mais alinhada com a gestão eficaz de equipes multiculturais é a opção c).

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Professor Nilton S.
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c) conscientizar a equipe quanto à importância do relativismo cultural nas relações cotidianas, visando ao entendimento mútuo.

Justificativa:

O texto destaca a necessidade do gestor em gerir equipes multinacionais, compostas por indivíduos de diferentes culturas. Para que essa gestão seja bem-sucedida e a diversidade seja um fator positivo para a produtividade, é fundamental que haja relativismo cultural.

O relativismo cultural é a capacidade de compreender e respeitar as diferentes culturas, sem julgá-las a partir dos valores da sua própria cultura. Isso significa que o gestor deve:

  • Conscientizar a equipe sobre a importância de entender que as diferentes culturas possuem valores, costumes e comportamentos próprios, que devem ser respeitados.

  • Promover o diálogo e a comunicação intercultural, criando um ambiente onde todos se sintam à vontade para expressar suas opiniões e perspectivas.

  • Gerenciar conflitos que possam surgir devido às diferenças culturais de forma justa e imparcial.

As demais alternativas estão incorretas porque:

  • a) Estimular posturas etnocêntricas seria o oposto do que é necessário para gerir equipes multiculturais, pois o etnocentrismo leva à crença de que a própria cultura é superior às demais.

  • b) Estabelecer regras rigorosas para conter o relativismo cultural também seria prejudicial, pois impediria o desenvolvimento de um ambiente de respeito e compreensão mútua.

  • d) Promover um movimento que englobe sentimentos etnocêntricos e relativismo cultural é contraditório e inviável, pois essas duas perspectivas são opostas.

  • e) Propagar uma visão contrária à diversidade cultural é o oposto do que o texto defende, que é a valorização da diversidade como um fator positivo para as empresas.

Portanto, a alternativa c) é a única que apresenta a postura correta que o gestor deve adotar para lidar com a diversidade cultural em equipes multinacionais, promovendo o entendimento mútuo e o respeito entre os membros da equipe.

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Professora Ana M.
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A questão apresentada trata de como um gestor deve agir ao administrar equipes multiculturais no contexto empresarial, à luz da legislação e da valorização da diversidade cultural no Brasil. Dentre as alternativas propostas, a que mais se alinha ao princípio da promoção da diversidade cultural, valorização do ambiente de trabalho e respeito às diferentes culturas, com base na legislação brasileira, é a alternativa c) conscientizar a equipe quanto à importância do relativismo cultural nas relações cotidianas, visando ao entendimento mútuo.

Justificativa e Análise Jurídica

O Brasil, enquanto signatário de tratados internacionais de direitos humanos, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) e o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC), além de contar com uma Constituição Federal que assegura os princípios da dignidade da pessoa humana, igualdade e não discriminação (art. 5º, caput), preconiza o respeito à diversidade cultural no ambiente de trabalho.

Prós da Alternativa C:

  1. Respeito à Diversidade Cultural: O relativismo cultural refere-se à ideia de que todas as culturas têm o mesmo valor e devem ser entendidas em seus próprios contextos. O gestor que adota essa postura demonstra sensibilidade à pluralidade de valores e visões de mundo, o que favorece um ambiente de trabalho harmonioso e inclusivo. Isso é especialmente importante à luz do art. 3º, IV da Constituição Federal de 1988, que determina como um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação.

  2. Aumento da Produtividade e da Criatividade: Ao conscientizar a equipe sobre a importância do respeito às diferentes culturas, o gestor contribui para a criação de um ambiente onde os profissionais se sintam respeitados e à vontade para compartilhar suas ideias. Esse clima de confiança e respeito estimula a inovação e a produtividade, pois permite que as diferentes perspectivas culturais sejam valorizadas e aplicadas de maneira positiva no ambiente corporativo.

  3. Conformidade com as Legislações Trabalhistas e Antidiscriminatórias: A legislação brasileira também tutela o respeito à dignidade do trabalhador e proíbe discriminações de qualquer natureza no ambiente de trabalho. A Lei nº 9.029/1995, que proíbe a adoção de práticas discriminatórias para efeito de acesso à relação de trabalho, e a própria Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) reforçam a importância da equidade nas relações de trabalho. A conscientização acerca do relativismo cultural está em consonância com essas normas, evitando práticas discriminatórias.

Contras das Outras Alternativas:

  1. Alternativa A - Etnocentrismo: O etnocentrismo consiste em considerar a cultura própria como superior às demais. Promover posturas etnocêntricas no ambiente de trabalho não só violaria o princípio da igualdade e não discriminação, como também criaria um ambiente de hostilidade e resistência à colaboração entre os membros da equipe. Tal prática não se harmoniza com os princípios constitucionais de respeito à diversidade.

  2. Alternativa B - Regras Rigorosas Contra o Relativismo Cultural: Estabelecer regras rígidas contra o relativismo cultural poderia gerar uma limitação desnecessária à liberdade de expressão e ao respeito mútuo no ambiente de trabalho. Tal prática poderia ser interpretada como discriminatória e contrária ao princípio da não discriminação, além de dificultar a integração entre trabalhadores de diferentes nacionalidades.

  3. Alternativa D - Movimento Etnocêntrico com Visões Relativistas: Combinar sentimentos etnocêntricos com relativismo cultural não é uma abordagem viável, uma vez que os dois conceitos são contraditórios. Enquanto o etnocentrismo promove a ideia de superioridade cultural, o relativismo busca compreender e valorizar as diferenças. A promoção de ambas as ideias simultaneamente pode gerar confusão e conflitos internos.

  4. Alternativa E - Visão Contrária à Diversidade Cultural: Propagar uma visão contrária à diversidade cultural fere os princípios constitucionais de dignidade da pessoa humana e igualdade. Além disso, essa postura contraria o posicionamento majoritário das empresas no Brasil, que, como demonstrado pela pesquisa mencionada, valorizam a diversidade como um ativo importante no ambiente de trabalho.

Conclusão:

Portanto, à luz da legislação brasileira e dos princípios que regem o direito ao trabalho, a dignidade humana e a não discriminação, a alternativa c) conscientizar a equipe quanto à importância do relativismo cultural nas relações cotidianas, visando ao entendimento mútuo, se destaca como a mais adequada. A adoção de tal postura garante o respeito à diversidade, favorece a colaboração intercultural e promove um ambiente de trabalho produtivo e saudável, alinhado com os preceitos constitucionais e trabalhistas brasileiros.

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