A diferença entre pronome pessoal do caso reto e pronome pessoal do caso oblíquo está na função que cada um desempenha na oração.
1. Pronome pessoal do caso reto: representa o sujeito da oração, ou seja, é quem pratica a ação ou quem está em foco na frase. Exemplos:
Eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas.
Exemplo em uma frase: "Eu gosto de música." (O pronome "eu" é o sujeito da ação de gostar).
2. Pronome pessoal do caso oblíquo: atua como objeto (direto ou indireto) ou complemento de um verbo ou de uma preposição, ou seja, quem recebe a ação. Os pronomes oblíquos variam conforme a posição na frase:
Formas átonas: me, te, o/a, lhe, nos, vos, os/as, lhes.
Formas tônicas: mim, ti, ele/ela, nós, vós, eles/elas (usados após preposição, como "para mim", "com ele").
Exemplo em uma frase: "Ela viu meu irmão e me chamou." (O pronome "me" é objeto direto do verbo "chamar").
Essencialmente, pronomes retos ocupam a função de sujeito, enquanto os oblíquos funcionam como objetos ou complementos.