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Sandra há 2 anos
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Me ajudem,tenho que responder hoje ainda

 o trabalhador diante das plataformas digitais torna-se um trabalhador just-in-time, emrpreendedor de si mesmo, nanoempresário, trabalhador amador  subordinado produtivo.  O que caracteriza esse trabalhador? Explique

Professora Sthefany K.
Respondeu há 2 anos
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O trabalhador Just-In-Time, cada vez mais comum na atual era digital, é caracterizado pela flexibilidade e autogerenciamento, é um trabalhador sob demanda, recebendo estritamente pelo que produz, gerenciando a si mesmo e estabelecendo metas de trabalho que visem sua própria sobrevivência, assumindo riscos e custos necessários para atingi-las. Ele é responsável por sua própria reprodução social, define seu tempo de trabalho, não possui local de trabalho e necessitam de estratégias informais, visando maiores ganhos. É seu próprio subordinado produtivo e empreendedor de si mesmo. De acordo com o Centro de estudos sindicais e de economia do trabalho (Cesit): “Nessa condição, torna-se solitariamente responsável por sua própria reprodução social, que dependerá do êxito de suas estratégias de sobrevivência; estas, entretanto, só serão bem-sucedidas de acordo com as determinações feitas por meio do gerenciamento do trabalho.” 

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Professor Diego S.
Respondeu há 2 anos
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O trabalhador Just-In-Time, cada vez mais comum na atual era digital, é caracterizado pela flexibilidade e autogerenciamento, é um trabalhador sob demanda, recebendo estritamente pelo que produz, gerenciando a si mesmo e estabelecendo metas de trabalho que visem sua própria sobrevivência, assumindo riscos e custos necessários para atingi-las. Ele é responsável por sua própria reprodução social, define seu tempo de trabalho, não possui local de trabalho e necessitam de estratégias informais, visando maiores ganhos. É seu próprio subordinado produtivo e empreendedor de si mesmo. De acordo com o Centro de estudos sindicais e de economia do trabalho (Cesit): “Nessa condição, torna-se solitariamente responsável por sua própria reprodução social, que dependerá do êxito de suas estratégias de sobrevivência; estas, entretanto, só serão bem-sucedidas de acordo com as determinações feitas por meio do gerenciamento do trabalho.”

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Professora Jamille B.
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Respondeu há 2 anos
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Olá Sandra, não estava no site quando fizeste a pergunta mas fico a disposição para auxiliá-la nas próximas. 

 

Att

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Professora Ana M.
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Respondeu há 4 meses
Contatar Ana Maria

O trabalhador descrito como just-in-time, empreendedor de si mesmo, nanoempresário, trabalhador amador subordinado produtivo caracteriza-se por um conjunto de novas dinâmicas de trabalho que surgem com o avanço das plataformas digitais e da economia digital. Cada um desses termos destaca aspectos específicos desse novo modelo de trabalho. Vamos detalhar o que caracteriza esse trabalhador:

  1. Trabalhador Just-in-Time:

    • O conceito de "just-in-time" (JIT) originalmente aplicado na produção industrial refere-se à entrega de recursos ou trabalho exatamente no momento necessário, sem estoques. No contexto do trabalho, esse conceito se aplica ao trabalhador que é chamado a realizar tarefas ou prestar serviços conforme a demanda surge, com pouca previsibilidade de horário ou carga de trabalho. A flexibilidade de horários e a possibilidade de serem contratados apenas para tarefas pontuais, sem uma relação de emprego contínua, são características dessa dinâmica.
  2. Empreendedor de Si Mesmo:

    • Esse trabalhador assume um papel mais autônomo e assume a responsabilidade de gerir sua própria carreira e vida profissional, muitas vezes sem a segurança de um emprego fixo. Ele precisa se posicionar no mercado como uma marca pessoal, buscando constantemente novas oportunidades de trabalho, seja oferecendo seus próprios serviços, seja vendendo produtos ou criando conteúdos. O trabalhador deixa de depender de um empregador fixo e passa a ser seu próprio patrão, com todos os desafios que isso implica.
  3. Nanoempresário:

    • Esse conceito se refere à microempresas ou atividades empreendedoras em uma escala muito reduzida, frequentemente operadas por uma única pessoa ou por um pequeno grupo. No contexto das plataformas digitais, o trabalhador pode operar sua própria “empresa” de forma individual, utilizando plataformas como redes sociais, marketplaces e aplicativos para oferecer seus produtos ou serviços, com custos baixos e sem uma estrutura corporativa tradicional. Esses "nanoempresários" muitas vezes têm uma estrutura de operação muito enxuta e dependem da capacidade de gerenciar seu próprio negócio de forma eficiente.
  4. Trabalhador Amador Subordinado Produtivo:

    • O termo "amador" aqui não se refere à falta de habilidade, mas ao fato de que esse trabalhador não se vê como parte de uma estrutura formal de trabalho e sim como alguém que realiza atividades de forma flexível, por conta própria. No entanto, ele ainda pode ser "subordinado" no sentido de que, embora esteja vendendo seu trabalho diretamente, ele está, muitas vezes, sujeito às condições impostas pelas plataformas digitais que mediam a oferta de trabalho, como plataformas de delivery, serviços de transporte (Uber, por exemplo), entre outros. O trabalhador, portanto, tem a aparência de ser autônomo, mas na prática sua produtividade é regulada pelas exigências da plataforma e pelas avaliações de outros usuários, que determinam sua demanda e seu rendimento.

Características desse trabalhador:

  • Flexibilidade e Precarização: O trabalhador tem flexibilidade de horário, mas ao mesmo tempo enfrenta insegurança financeira e falta de benefícios típicos do trabalho formal, como férias, 13º salário e aposentadoria.
  • Autonomia com Dependência: Embora tenha uma certa autonomia (escolher o que fazer e quando fazer), está fortemente dependente das regras e da dinâmica das plataformas que mediam a sua atividade.
  • Microempreendedorismo: Ele tem um papel ativo no gerenciamento de sua atividade, mas de uma forma reduzida, com recursos limitados, e muitas vezes sem uma estrutura organizacional mais robusta.
  • Subordinação Digital: Apesar da aparência de independência, o trabalhador muitas vezes está subordinado aos algoritmos e critérios das plataformas que determinam a visibilidade e a demanda de seu trabalho.

Em resumo, esse trabalhador digital tem que equilibrar entre a autonomia de um empreendedor e as dificuldades e limitações impostas pela dependência das plataformas que intermedeiam sua força de trabalho, além da incerteza e da falta de uma rede de proteção tradicional do emprego formal.

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