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Raphaela há 3 anos
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Qual a relação entre a expansão das cidades e das doenças

Qual a relação entre a expansão das cidades e os surtos de doenças 

Professora Lurian M.
Respondeu há 3 anos
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Um ponto importante a ser considerado é que à medida que as cidades crescem, crescem também os problemas com o meio ambiente, poluição do ar, aglomerações, desigualdades e as dificuldades em relação a saneamento básico e infraestrutura adequada. Tais fatores aumentam significativamente a vulnerabilidade a surtos de doenças em termos de exposição, preparação e resposta. 

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Professora Franciele V.
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Respondeu há 3 anos
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A expansão das cidades, geralmente quando ocorre do forma desornada, acarreta uma série de problemas sociais, ambientais, políticos e de saúde pública. O crescimento desenfreado pode levar à ocupação de locais inapropriados e/ou perigosos, além do aumento da geração de lixo, da poluição e da aglomeração que facilita no contágio de determinadas patologias.

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Professor Marcel P.
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Respondeu há 3 anos
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O processo de urbanização é diferente entre países desenvolvidos/centrais, e subdesenvolvidos/periféricos ou mesmo dentro de um mesmo país. O crescimento das cidades pode levar a solução de muitos problemas relacionados à saúde, posto que, a expansão das cidades está relacionada ao aumento da melhoria da infraestrutura urbana: rede de esgoto, asfalto, água tratada. Entretanto, caso a cidade tenha passado por transformações intensas, rápidas, a urbanização acaba por aprofundar ou mesmo criar muitos transtornos à saúde das pessoas. Tais como: doenças psicológicas relacionados ao modo de vida urbano, como ansiedade e depressão; a precária infraestrutura nas áreas de expansão, nas periferias, podem levar a doenças de vários tipos, muitas ligadas ao consumo de água de péssima qualidade, a ausência de rede de esgoto, levando a doenças do trato intestinal, verminoses e da pele, por exemplo. Além de problemas de saúde mais gerais, como poluição sonora e do ar.

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Professora Paloma P.
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Respondeu há 2 anos
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A maior concentração demográfica, maiores probabilidades de as doenças contagiosas se espalharem mas rápidamente.

 

 

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Professora Jamille B.
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Respondeu há 2 anos
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Olá  não estava no site quando fizeste a pergunta mas fico a disposição para auxiliá-la nas próximas. 

 

Att

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Professora Ana M.
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Respondeu há 4 meses
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A expansão das cidades tem uma relação direta com o aumento da incidência de surtos de doenças devido a vários fatores que surgem com o crescimento desordenado e a urbanização. A seguir, explico as principais conexões entre esses dois fenômenos:

1. Superpopulação e Condições de Vida Precárias

  • Aglomerado populacional: Com o crescimento das cidades, há um aumento na densidade populacional, o que pode gerar aglomeração em áreas específicas, como favelas ou bairros periféricos, onde a infraestrutura é inadequada. A superlotação dificulta a ventilação e o saneamento adequado, favorecendo a propagação de doenças.
  • Saneamento básico precário: Muitas cidades em crescimento rápido não possuem a infraestrutura necessária para fornecer água potável, tratamento de esgoto ou coleta de lixo eficaz, criando um ambiente propício para doenças infecciosas, como diarreias, dengue, cholera, entre outras.

2. Desmatamento e Proximidade com Ecossistemas Naturais

  • Com a expansão urbana, muitas áreas naturais são desmatadas, o que pode modificar os ecossistemas e aproximar as populações humanas de vetores de doenças, como mosquitos, roedores e outros animais que antes viviam em áreas remotas. Isso favorece a transmissão de doenças como malária, dengue e febre amarela.
  • Mudanças nos hábitos de vida: O crescimento das cidades pode modificar os habitats naturais, forçando animais selvagens a se aproximar das áreas urbanas, onde podem transmitir zoonoses (doenças transmitidas de animais para seres humanos), como a leptospirose, tuberculose ou raiva.

3. Mobilidade e Globalização

  • A expansão das cidades está frequentemente acompanhada de uma maior mobilidade da população, com a migração de pessoas de diferentes regiões ou países. Essa mobilidade facilita a propagação de doenças infecciosas, que podem se espalhar rapidamente, principalmente em uma cidade densamente populada.
  • O aumento de fluxos internacionais de pessoas também facilita a disseminação de doenças de outros lugares do mundo para os centros urbanos.

4. Poluição Ambiental

  • O aumento da poluição nas cidades também pode agravar a saúde pública, favorecendo doenças respiratórias, cardiovasculares e outras condições crônicas. A poluição do ar, por exemplo, pode piorar a incidência de asma, bronquite e doenças pulmonares.

5. Falta de Recursos para Controle Sanitário

  • O crescimento das cidades nem sempre é acompanhado de uma melhoria proporcional nos sistemas de saúde pública. Quando a infraestrutura de saúde não é expandida junto com a urbanização, as cidades se tornam mais vulneráveis a surtos de doenças infecciosas. A escassez de recursos, a falta de médicos e o sobrecarregamento dos hospitais dificultam o controle de surtos.

Exemplos Históricos:

  • Cólera: No século XIX, as rápidas expansões urbanas nas cidades industriais europeias estavam associadas a surtos de cólera, principalmente devido à falta de saneamento básico e contaminação da água.
  • Dengue: Em várias partes do mundo, a urbanização acelerada levou à proliferação de mosquitos do gênero Aedes, transmissor da dengue. A falta de sistemas adequados de drenagem e o acúmulo de lixo criam ambientes ideais para o mosquito.
  • COVID-19: A pandemia de COVID-19 também demonstrou como a globalização e a alta densidade populacional nas cidades facilitam a disseminação de doenças infecciosas.

Conclusão:

A expansão das cidades, especialmente quando ocorre de forma desordenada e não planejada, cria uma série de condições propícias para surtos de doenças. A falta de infraestrutura, a superpopulação, a proximidade com ecossistemas naturais e a poluição aumentam o risco de disseminação de doenças infecciosas. Para mitigar esses problemas, é essencial que o crescimento urbano seja planejado de forma sustentável, com investimentos em saneamento básico, sistemas de saúde pública eficientes e educação sanitária para a população.

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