A alfabetização não é responsabilidade isolada do professor do 1º ano. Ela envolve educação infantil, 1º, 2º e até 3º ano, coordenação pedagógica, gestão e famílias. Pensar a alfabetização como projeto institucional ajuda a dar continuidade às práticas, evitar rupturas e alinhar expectativas.
Por que ter um projeto institucional de alfabetização
Vantagens:
- Definir metas comuns para os anos iniciais (o que se espera ao final de cada ano).
- Evitar que cada professor “invente tudo de novo” sem diálogo.
- Garantir que conteúdos essenciais (consciência fonológica, relação letra–som, trabalho com textos) não sejam esquecidos.
- Melhorar comunicação com famílias sobre o processo.
Elementos de um projeto de alfabetização da escola
Um bom projeto institucional pode incluir:
Resolva exercícios e atividades acadêmicas
- Diagnóstico inicial:
- Como estão os índices de leitura e escrita?
- Quais dificuldades mais aparecem?
-
Metas por ano:
- EI, 1º, 2º, 3º ano: o que cada etapa precisa consolidar.
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Referenciais teóricos e metodológicos:
- Como a escola entende alfabetização e letramento.
- Que abordagens prioriza (ex.: forte foco em consciência fonológica + textos reais).
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Rotinas mínimas comuns:
Encontre o professor particular perfeito
- Leitura diária pelo professor.
- Registro e avaliação formativa.
- Uso de ambientes alfabetizadores.
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Formação continuada interna:
- Encontros periódicos para estudo e troca de práticas.
Acompanhamento e ajustes
Projeto institucional não é documento para gaveta. Ele precisa de:
- Acompanhamento ao longo do ano (reuniões, análise de produções, indicadores).
- Espaços para ouvir professores sobre o que funcionou ou não.
- Ajustes anuais a partir da experiência e dos resultados.
Um projeto de alfabetização pensado em nível de escola fortalece a ação individual de cada professor. Em vez de esforços isolados, há uma direção comum, o que aumenta a chance de todas as crianças, de todas as turmas, terem oportunidades reais de aprender a ler e escrever bem.
Se você imaginasse sua escola ideal, que três decisões coletivas sobre alfabetização ela teria (por exemplo: leitura diária obrigatória, foco em consciência fonológica, avaliação formativa comum)?