Na escola, usamos vários tipos de comunicação: verbal, escrita, não verbal e visual.[2] Cada um funciona melhor em contextos específicos. Saber escolher o tipo certo evita ruídos, mal-entendidos e desgastes desnecessários.
Principais tipos de comunicação
- Verbal (fala): explicações em aula, reuniões, telefonemas.
- Escrita: bilhetes, e-mails, circulares, relatórios, comunicados.[1][5]
- Não verbal: expressões, postura, gestos, proximidade.[1][3]
- Visual: quadros, slides, ícones, cores, infográficos, murais.[2]
Na prática, quase sempre há combinação de dois ou mais tipos.
Quando usar cada um
- Orientações rápidas em sala → comunicação verbal + apoio no quadro.
- Avisos importantes para família → escrita clara, com possibilidade de confirmação.
- Regras de convivência → visual (cartaz) + conversa para explicar.
- Situações delicadas (comportamento, aprendizagem) → verbal presencial, com escuta ativa, apoiada depois por registro escrito.[1][3]
Boas práticas
- Ser claro e objetivo em qualquer tipo de mensagem.[1][3]
- Adaptar a linguagem ao público (criança, adolescente, família).[1][5]
- Cuidar da coerência entre fala e postura (não verbal).[1][3]
- Usar recursos visuais para facilitar compreensão (quadros, cores, esquemas).[2]