A Matemática ocupa o lugar das disciplinas que mais reprova o aluno na escola. A justificativa para a “incapacidade”, isto é, insucesso do educando é que a “matemática é difícil”, ou que a “matemática é para poucos”.
A autora faz um passeio na História da Matemática trazendo aspectos que aludem às raízes deste mito que por séculos é mantido. Estes lugares de significação dados à matemática interferem na relação entre o sujeito que ensina e o sujeito que aprende.
Assim, a ruptura destes significados é impossibilitada, pelos que mediam o acesso aos saberes que constituem o discurso matemático. O aluno, mesmo excluídos do discurso pré-construido acaba por sofrer as consequências dos seus efeitos.
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